Transformamos realidades pela sustentabilidade

Somos uma empresa livre, que atua em rede, criando estratégias integradas para o desenvolvimento territorial e de organizações, com foco na geração de oportunidades e no fortalecimento de capacidades. Acreditamos que pessoas, comunidades e organizações, com autonomia, podem desenvolver todo seu potencial.

SOLUÇÕES

Construímos estratégias integradas para o desenvolvimento territorial e de organizações, com foco na geração de oportunidades e fortalecimento de capacidades.

Desenvolvimento Territorial

Governança para o desenvolvimento

Gestão Integrada: empresas, poder público & sociedade

Agenda 2030

Licenciamento Participativo Socioambiental

Impacto do Investimento Social Privado

Fundos e Mecanismos Financeiros Comunitários

Facilitação de Processos

Planejamento Estratégico Participativo

Desenvolvimento Organizacional

Diagnóstico Participativo Local

Gestão para a Sustentabilidade

Customizamos as entregas a partir da demanda e da realidade de cada território e organização.

Programas | Projetos | Planos | Cursos | Formações | Oficinas | Workshops | Pesquisas | Estudos | Publicações | Gestão de Conteúdos | Facilitações

PROJETOS

Conheça as soluções integradas que a HUMANA tem desenvolvido com seus clientes e parceiros.

Território ODS – Agenda 2030 para territórios

Território ODS é um programa da HUMANA que ressignifica a Agenda 2030 da ONU, ao oferecer instrumentos e ferramentas de planejamento estratégico, de governança e de relacionamento para os vários atores locais construírem uma agenda de desenvolvimento territorial com base nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

Como a Agenda apresenta temas transversais, sua implementação efetiva exige uma articulação intersetorial e ações concretas de todos os atores sociais e deve ser empreendida no nível internacional, nacional, regional e local. Isso cria a oportunidade de construir novos modelos de desenvolvimento, implicando num esforço conjunto entre poder público, setor privado e sociedade civil.

Os potenciais da territorialização da Agenda 2030 são:

  • Fomentar articulação intersetorial com objetivo na melhoria da qualidade de vida nos territórios.
  • Introduzir uma cultura de planejamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas locais.
  • Direcionar o Investimento Social Privado para ações estruturantes e transformadoras nos territórios.
  • Fortalecer processos participativos e entre vários atores sociais com vistas à construção de uma agenda de desenvolvimento comum de curto, médio e longo prazos.
  • Promover o Desenvolvimento Territorial Integrado.
  • Transformar realidades pela sustentabilidade.
H_TerritórioODS (3)

Foto da capa: Ricardo Lisboa/ Yantra Imagens

Valor ODS – Agenda 2030 para organizações

Valor ODS é um programa da HUMANA que ressignifica a Agenda 2030 da ONU, ao oferecer instrumentos e ferramentas de planejamento estratégico, de governança e de relacionamento para empresas e outras instituições construírem uma agenda de sustentabilidade estratégica com base nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. 

Ele é composto de 5 etapas, de acordo com o processo estabelecido pela ONU, o SDG Compass

Nosso objetivo é, ao integrar a agenda ODS à estratégia da empresa, agregar valor ao negócio, do ponto de vista dos resultados operacionais e financeiros, mas também agregar valores e princípios à atuação de cada setor, área ou departamento da organização, envolvendo gestores e colaboradores nesse processo de incorporação da agenda, trazendo um novo sentido para a função e papel de cada um. 

H_ValorODS.

Fundo Quilombola – Criação de um Mecanismo Financeiro Comunitário para territórios quilombolas no Pará.

Fundo Quilombola

Criação de um Mecanismo Financeiro Comunitário para territórios quilombolas no Pará.

O Fundo Quilombola busca a construção de um modelo de governança voltado para a gestão territorial, vinculados a mecanismos financeiros que conta com a existência de um amplo processo de planejamento, democrático e participativo.

Com objetivo de promover o desenvolvimento territorial integrado de médio e longo prazo na região da Calha Norte do estado do Pará, o Fundo Quilombola foi criado para que os territórios possam receber recursos para subsidiar as ações do Plano de Vida, instrumento de gestão territorial utilizado pelos quilombolas, construídos e e aprovado nas comunidades. Os Planos de Vida consideram as demandas mais urgentes de cada comunidade dos territórios quilombolas.

O Fundo Quilombola e os Planos de Vida são frutos de uma parceria da Humana com o Programa Territórios Sustentáveis, a ECAM – Equipe de Conservação da Amazônia a Mineração Rio do Norte, a USAID e a Arqmo – Associação de Remanescentes Quilombolas do Município de Oriximiná.

Parceiros

ECAM – Equipe de Conservação da Amazônia
Programa Territórios Sustentáveis
USAID
Mineração Rio do Norte
Arqmo – Associação de Remanescentes Quilombolas do Município de Oriximiná

CLIENTES

Conheça os clientes da HUMANA

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BLOG

Nota sobre a Amazônia

Políticas públicas ambientais são fundamentais para um país cultural, social e economicamente desenvolvido, respeitoso ao meio ambiente e razoável quanto à boa utilização de seus recursos naturais. Também é um direito previsto na Constituição Federal Brasileira.

O que tem acontecido na Amazônia e o posicionamento irresponsável do governo federal, evidenciado pelas declarações desastrosas do presidente da República, geram problemas multidimensionais, que afetam diretamente o desenvolvimento do país e o bem estar dos povos. A questão ambiental é uma questão social, econômica, ética e, sobretudo, política.

A HUMANA atua na Amazônia com base no diálogo. Nesse lugar onde iniciativas públicas e privadas interagem com legítimas e necessárias expressões da sociedade civil, num caminho propositivo, apoiando a construção de estratégias para o fortalecimento de capacidades locais e geração de autonomia.

Acreditamos que nessa autonomia e construção de capacidades reside o caminho para a construção de novas soluções.

A consolidação de políticas públicas, o enfrentamento imediato à essa situação emergencial e, no longo prazo, o diálogo permanente entre setores (público, privado e sociedade civil organizada) são os elementos necessários para a construção de um modelo de desenvolvimento para o Brasil, compatíveis com sua natureza e com seu povo.

Estamos atentos e atuantes nessa construção de um caminho mais justo e digno para todos.

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Foto: CC – Agência Amazônia Real

Segurança Humana: um conceito multidimensional

Há estudos que sinalizam que para a maioria das pessoas o sentimento de insegurança se focaliza mais às preocupações da vida cotidiana que ao medo de uma guerra no mundo. Isso faz todo o sentido se reconhecermos os diferentes níveis de realidade e fixarmos o olhar na experiência de cada indivíduo. Há nela, uma verdade humana intrínseca.

Nasceu daí o conceito de Segurança Humana, apresentado pela primeira vez em 1994, no informe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  (PNUD) intitulado “Nuevas Dimensiones de la Seguridad Humana”, que cunhou o conceito transdisciplinar e amplia as bases do que conhecemos como Desenvolvimento Humano, Segurança e Direitos Humanos. 

O principal objetivo da Segurança Humana é o de proteger e garantir três liberdades essenciais para os indivíduos e as comunidades: a liberdade de viver sem temor, a liberdade de viver sem carência e a liberdade para viver com dignidade. Ou seja, assegurar que o indivíduo prospere.

Seu  principal paradigma é o desenvolvimento humano e por essa razão é centrado nas pessoas e não nos governos. Ele busca promover a proteção dos direitos humanos e reconhece que a violência é intrínseca à privação dos direitos e necessidades básicas do indivíduos, o que também gera o sentimento de insegurança e medo.  

Com base nisso, foram então estabelecidas 7 dimensões que, juntas, compõem o conceito de Segurança Humana e suas preocupações centrais: econômica, alimentar, da saúde, do meio ambiente, pessoal, comunitária e política. 

O conceito é entendido como “indivisível” já que as seguranças que afetam a uma das dimensões afetarão também ao conjunto delas. Ele propõe a incorporação cotidiana dos direitos humanos, do bom governo, do acesso aos serviços básicos. Essencialmente, de assegurar que cada indivíduo tenha oportunidades e a capacidade de autonomia necessária para o cumprimento de todo seu potencial. 

Um grande desafio, não? Talvez seja por essa razão que pouco se avançou na construção desse conceito e na sua aplicação prática ao longo desses quase de 25 anos.

Os principais documentos teóricos  sobre o tema foram publicados ao longo desses 20 anos pela própria ONU, como: La seguridad humana ahora (2003), La seguridad humana para todos (2006) y Teoria y practica de la seguridad humana (2009). São poucas as referências políticas e diretrizes para a construção e implementação de políticas públicas sobre o tema até hoje. Há dificuldade em decupar o amplo conceito em diretrizes práticas multisetoriais e transdisciplinares como o tema sugere. 

Por essa razão, os principais estudos de casos sobre Segurança Humana se volta à abordagens tradicionais e setoriais, como na área que a princípio parece a que tem maior relação direta: Segurança, que aborda estudos de caso relacionando o conceito à segurança nacional ou à violência, tecendo pouco ou nada com as demais dimensões propostas pela abordagem transdisciplinar. 

A área da Saúde tem investido, desde 2010, na pesquisa conceitual e busca de boas práticas em Segurança Humana, prioritariamente, por meio da Organização Panamericana de Saúde – OPAS. Por se tratar de um tema multidimensional em sua essência, os estudos da Saúde que estão sendo realizados até agora são os contemplam mais satisfatoriamente as demais áreas. Impactos na promoção da saúde dos indivíduos e coletividades estão diretamente relacionadas aos temas ambientais, sociais, econômicos, alimentares, comunitários e políticos. O desafio é clarificar quais implicações tem o conceito para a prática da saúde pública e, assim, gerar elementos para a construção de políticas e projetos em Segurança Humana nos mais diversos contextos.

Já se sabe que uma Boa Prática em Segurança Humana deve contemplar a equação fundamental e ação dual na qual o Estado atua na proteção social ao mesmo tempo que a população toma para si as decisões de sua própria vida por meio do desenvolvimento de capacidades individuais e coletivas. Ou seja, o Estado oferece condições para que as pessoas tenham autonomia por meio de políticas públicas efetivas e estruturantes. Mas como integrar a autonomia e a proteção? Como assegurar que o equilíbrio entre a autonomia e proteção e seja dinâmico e adequado ao contexto local? Qual o papel e a responsabilidades das empresas nesse processo? As questões ainda são muitas.

Você conhece alguma iniciativa que esteja alinhada com este conceito? Conta pra gente. 🙂

[Nova publicação] – Mecanismos Financeiros Comunitários e Desenvolvimento Territorial

O conjunto de estudos Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial: modelos de gestão e programas de transferência de renda para uma nova relação entre empresas e comunidades é uma publicação técnica, que busca contribuir para um debate de alta complexidade que ocupa diversos setores da sociedade brasileira. A publicação foi lançada pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Ele é composto por 4 volumes, cada um deles com um foco da pesquisa:

  • Guia para a implementação de programas locais de transferência de renda, com foco territorial. O desenho deste guia em como base as análises apresentadas nos estudos anteriores referentes à experiência do Fundo Quilombola, aos programas de transferência de renda estudados e nos possíveis impactos que a transferência de renda podem causar nas comunidades atendidas pelo programa.

Entendemos o desenvolvimento como um direito humano. Todas as pessoas devem ter a oportunidade de desenvolver seu pleno potencial de vida, tendo autonomia e liberdade para viver sem medo, sem carência e com dignidade no local onde escolheu para morar.

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Para acompanhar o Programa Territórios Sustentáveis e saber mais sobre essa e outras iniciativas, acesse www.ecam.org.br

PUBLICAÇÕES

Nossas publicações estão disponíveis para download

Guia para a construção e implementação comunitária de Programas de Transferência de Renda

O conjunto de estudos Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial: modelos de gestão e programas de transferência de renda para uma nova relação entre empresas e comunidades é uma publicação técnica, que busca contribuir para um debate de alta complexidade que ocupa diversos setores da sociedade brasileira. A publicação foi lançada pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Para acompanhar o Programa Territórios Sustentáveis e saber mais sobre essa e outras iniciativas, acesse www.ecam.org.br

4Guia-para-a-construção-e-implementação-comunitária-de-programas-de-Transferência-de-Renda

Impactos socioambientais do aumento de renda: estudo de tendências

O conjunto de estudos Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial: modelos de gestão e programas de transferência de renda para uma nova relação entre empresas e comunidades é uma publicação técnica, que busca contribuir para um debate de alta complexidade que ocupa diversos setores da sociedade brasileira. A publicação foi lançada pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Para acompanhar o Programa Territórios Sustentáveis e saber mais sobre essa e outras iniciativas, acesse www.ecam.org.br

3Impactos-socioambientais-do-aumento-de-renda-estudo-de-tendências

Programas de transferência de renda: do desenho à implementação

O conjunto de estudos Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial: modelos de gestão e programas de transferência de renda para uma nova relação entre empresas e comunidades é uma publicação técnica, que busca contribuir para um debate de alta complexidade que ocupa diversos setores da sociedade brasileira. A publicação foi lançada pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Para acompanhar o Programa Territórios Sustentáveis e saber mais sobre essa e outras iniciativas, acesse www.ecam.org.br

2Programas-de-transferência-de-renda-do-desenho-à-implementação

 

HUMANXS

Carol Ayres

Historiadora e mestre em história social pela PUC-SP. Possui 20 anos de experiência na área de sustentabilidade, cidadania, articulação intersetorial e desenvolvimento territorial.

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Bruno Gomes

Sociólogo pela Sorbonne e mestre em geopolítica, com formações no Canadá e na Austrália. Possui mais de 10 anos de experiência na área de desenvolvimento territorial e na articulação de parcerias intersetoriais.

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